Há poucos dias recebi de uma amiga, um texto de Mário Quintana chamado: Chapéu Violeta. Recebi numa data não mais que oportuna...bem próximo do meu aniversário. O incrível texto poético me fez refletir um aspecto intrigante: estou vivendo, de fato? Refletir para mim é um hábito, embora apresenta-se, às vezes, como uma amiga má, pois domina minha consciência tentando alvejar as sombras que dela camufla. É óbvio, que essa afirmação, ainda permeia na obscuridade impulsiva, e nota-se com muita clareza a sua falta de compostura. Entretanto, o exercício diário cujo mergulho é revelar-me, removendo a mancha ínfima que atribui um peso insignificante, contudo, antagônico ao confessar-se nobre, me fortalece em reconhecer que estou na trilha menos conservadora e mais realista. Há uma faísca no divisor id-ego. Bem, voltando ao belo texto recebido, imediatamente me veio que a cada período de doze meses realiza-se uma troca. Aliás, várias. Trocas que na análise do meu pro...
Poema de Victória Rosa Se o mundo fosse só paz a guerra não moraria aqui se tudo fosse querido a vida existiria aí se as flores crescessem mais rápido os passarinhos já estariam aqui se o coração de todo mundo fosse maior o amor pela vida seria melhor! Victória Rosa de 11 anos estudante da 5ª série escreve regularmente desde os 08 anos de idade. Eis uma pequena amostra. Avante Victória!
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